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| Muita atenção! Tenho visto que existem muitas pessoas responsabilizando os outros por erros cometidos por elas. Acredito que essas mesmas pessoas deveriam começar a "responsabilizar" também, por uma questão de justiça, aos demais pelo sucesso que todavia também tenham conquistado. Pois é! Enquanto não formos capazes de assumir nossa trilha com nossos próprios passos, as outras pessoas vão continuar a ser nosso melhor álibi para que possamos justificar nossos erros. texto: Ricardo de Sá (Canção Nova) | |
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Hummm vamos conferir?
Padre Reinaldo lança o livro "Onde está Deus?"
Além de todas as atrações previstas para o Acampamento de Carnaval da Canção Nova, uma novidade é o lançamento do primeiro livro de padre Reinaldo Cazumbá. A obra, que tem como título “Onde está Deus?”, será oficialmente lançado na segunda-feira de Carnaval, dia 20, às 9h15, durante a pregação do sacerdote.
“Onde está Deus” tem por objetivo despertar os fiéis para uma fé viva, tirando-os da mornidão espiritual, da apatia e da falta de fervor. Padre Reinaldo espera, ao publicar este livro, que as pessoas abram seus olhos e seu coração para esta verdade: “O Senhor está próximo de nós, basta que recorramos a Ele”.
“Quantas vezes nos sentimos desamparados, abandonados até mesmo por Deus? Em muitos momentos, os nossos sentimentos e vazios humanos nos fazem duvidar de que o Senhor esteja conosco, caminhando ao nosso lado, à espera de uma simples súplica para entrar e mudar completamente a nossa vida”, diz o sacerdote.
O Carnaval na Canção Nova está chegando! De 17 a 21 de fevereiro, a Canção Nova espera você, em Cachoeira Paulista (SP) para curtir uma programação extensa de muita oração, palestras e shows.
Sobre o autor
Padre Reinaldo Cazumbá da Silva nasceu em 1978, na cidade de São Gonçalo dos Campos (BA). Ingressou na Comunidade Canção Nova em 1999 e foi ordenado sacerdote em 2006.
Estudou filosofia no Instituto Canção Nova e teologia no Instituo Mater Dei, em Palmas (TO). Incardinado na arquidiocese de Palmas, é sacerdote na Canção Nova e trabalha no Instituto de Filosofia da Comunidade a qual pertence.
“Onde está Deus” tem por objetivo despertar os fiéis para uma fé viva, tirando-os da mornidão espiritual, da apatia e da falta de fervor. Padre Reinaldo espera, ao publicar este livro, que as pessoas abram seus olhos e seu coração para esta verdade: “O Senhor está próximo de nós, basta que recorramos a Ele”.
“Quantas vezes nos sentimos desamparados, abandonados até mesmo por Deus? Em muitos momentos, os nossos sentimentos e vazios humanos nos fazem duvidar de que o Senhor esteja conosco, caminhando ao nosso lado, à espera de uma simples súplica para entrar e mudar completamente a nossa vida”, diz o sacerdote.
O Carnaval na Canção Nova está chegando! De 17 a 21 de fevereiro, a Canção Nova espera você, em Cachoeira Paulista (SP) para curtir uma programação extensa de muita oração, palestras e shows.
Sobre o autor
Padre Reinaldo Cazumbá da Silva nasceu em 1978, na cidade de São Gonçalo dos Campos (BA). Ingressou na Comunidade Canção Nova em 1999 e foi ordenado sacerdote em 2006.
Estudou filosofia no Instituto Canção Nova e teologia no Instituo Mater Dei, em Palmas (TO). Incardinado na arquidiocese de Palmas, é sacerdote na Canção Nova e trabalha no Instituto de Filosofia da Comunidade a qual pertence.
fonte: http://www.cancaonova.com/
Álcool na juventude... não ignore!
Ele está presente no Carnaval, nas festas de fim de ano, nas confraternizações, na balada, na família... Seu melhor amigo? Não, talvez o seu pior inimigo. Estamos falando do álcool, uma droga lícita que enquadra os jovens no rol das suas principais vítimas. Segundo a OMS, 320 mil jovens morrem todos os anos por causa do álcool. O que nós devemos fazer? Envie sua matéria sobre Álcool
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o álcool mata 320 mil jovens todos os anos e está entre as principais causas de adoecimento e morte no Brasil, segundo a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mais de 60 tipos de doenças estão ligadas ao consumo de bebidas alcoólicas; além disso, a maioria dos jovens que iniciam sua vida nas drogas mais pesadas testemunham que o álcool foi a porta de entrada para elas.
“O camarada diz: ‘Ah, eu só bebo no final de semana’. No entanto, se ele ultrapassa os limites do seu organismo, também vai enfrentar sérios problemas de saúde”, diz o psiquiatra Nilson Lyrio.
Muitos jovens não sabem, mas o simples fato de ultrapassarem os 30 gramas de álcool no sangue (o equivalente a três copos de chope), já causa danos a vários órgãos, como fígado, pâncreas, estômago, coração e cérebro. “O álcool gera o aldeído acético que é um veneno. Ele mata as células do fígado e mata neurônios”, alerta doutor Nilton.
Além das doenças, as bebidas alcoólicas também fazem vítimas na combinação “bebida x direção”. Estima-se que 75% das causas de mortes no trânsito estejam – de forma direta ou indireta – ligadas ao consumo delas [bebidas alcoólicas] . “As pessoas que bebem perdem, em grande parte, a sua capacidade reflexiva, alterando o equilíbrio e seu senso espacial”, explica a psicóloga Elaine Ribeiro.
Por que eu bebo?
A pergunta é: por que os jovens estão bebendo cada vez mais cedo e em maior quantidade? O que está por trás do consumo abusivo entre este grupo?
“Muitas vezes, o jovem busca a solução para seus problemas no álcool, numa tentativa de fugir do meio em que se encontra”, conta o psicólogo Marcos Ariel. De acordo com o profissional, é normal a transgressão de algumas regras e limites nessa etapa, mas o consumo abusivo pode estar escondendo a fuga de alguma situação problemática ou conflito interior. É nesta hora que o álcool surge como um “anestésico”.
“O uso abusivo do álcool pode estar escondendo alguma situação problemática ou conflito interior”.
Para a psicóloga Elaine, o adolescente também tem a necessidade de fazer parte de um grupo e de ser aceito socialmente por ele, porque busca uma identidade; assim o álcool surge como uma forma de socialização. Mas a especialista alerta: “muitos jovens pensam que a bebida vai deixá-los mais livres, mais alegres, no entanto, o álcool é um inibidor do sistema nervoso central. Então, depois daquele momento de euforia vem a depressão”.
No ano de 2011, a mundo assistiu ao fim trágico de uma das mais talentosas cantoras da atualidade, a britânica Amy Winehouse. Segundo o laudo a jovem morreu por causa do abuso do álcool e drogas. “Por mais talentosa que esta cantora tenha sido, o que fica é o ‘como’ ela terminou. Querendo ou não estes artistas também são referência para os jovens e, neste caso, uma referência negativa”, destaca a psicóloga Elaine.
Quando o vício bate à porta
Segundo a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), 78% dos jovens brasileiros bebem regularmente e, deste número, 19% são considerados dependentes do álcool. “A pessoa que bebe deve procurar saber se, na sua família, há histórico de alcoolismo, porque ela pode trazer o gene da dependência, que vai predispô-la a ser uma adicta em potencial”, orienta o psiquiatra, doutor Nilton Lyrio.
Segundo o psiquiatra, além da questão genética que pode causar dependência, o consumo exagerado e frequente pode viciar a pessoa no álcool. “No fim de semana, o cara diz que ‘bebe todas’. Ele começa assim, bebendo ‘todas’ no fim de semana, mas, depois, passa a beber muito também durante a semana. Quando vê, já está buscando a bebida de forma compulsiva. Podemos dizer que este cidadão já está dependente”.
A religião como fator preventivo
A religiosidade vem ganhando destaque quando se trata da prevenção e da recuperação de jovens adictos de drogas lícitas e ilícitas. Dados publicados pelas PubMed e Scielo (Revistas de Medicina da Saúde dos Estados Unidos da América), revelam que pessoas que seguem uma religião ou dão importância à espiritualidade apresentam baixos índices de consumo de drogas como o álcool. Outro dado é que adictos que se tratam em comunidades terapêuticas de cunho religioso apresentam uma recuperação mais satisfatória do que aqueles tratados em clínicas médicas convencionais.
“Às vezes, pensamos que o recuperando não tem jeito, mas é neste momento que Deus age e muda a vida dessa pessoa”, ressalta Márcia Hoenhe, da Pastoral da Sobriedade da Diocese de Lorena (SP). Para Márcia, que trabalha na Casa Ágape (uma comunidade terapêutica), é notável a recuperação da pessoa que crê em Deus e participa das atividades de espiritualidade da casa de recuperação, diferentemente daquelas que não acreditam e não participam.
“Eu tenho 32 anos de idade e metade da minha vida eu passei nas drogas. Elas só me deram euforia e eu não sabia o que era felicidade verdadeira, mas coloquei Deus na minha vida e Ele está me abençoando testemunha Douglas, que se recupera do vício na casa Ágape.fonte:www.cancaonova.com
Quanta coisa podemos aprender com essa passagem...
O evangelho que iremos estudar hoje é a passagem em que Jesus cura o Leproso. Esta passagem estará no evangelho desde domingo
Muito bem D.Murilo!
Aceita minha mediação, coloquei minha casa à disposição de todos para os encontros que, em horas assim, se fazem necessários. Minha oferta foi acolhida e, praticamente ao longo de vinte e quatro horas, ali estive reunido com tais representantes.
Como mediador, não me cabe falar do resultado das negociações. O que posso lhes assegurar é que não me alinhei com nenhuma das partes, porque meu compromisso era e é com o povo da Bahia.
A Bahia quer paz; a Bahia precisa de paz; a Bahia tem direito de ter paz. Por isso, venho agora conclamar todos – isto é, Governo, associações de militares, homens e mulheres de boa vontade – para, juntos, construirmos a paz. A paz é um dom de Deus e, por isso, devemos pedi-la; mas a paz é, também, fruto de nosso trabalho. Foi isso que afirmou Jesus no Sermão da Montanha: “Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9).
Em vista do retorno à vida normal em nossas cidades, peço a você, meu amigo, minha amiga: desarme seu coração. Quem exige um desarmamento total, e não só dos corações, é o bem comum, é o bem da sociedade baiana. Nestes meus dez meses de Bahia, descobri que o povo baiano é acolhedor, é trabalhador e festivo; é um povo pacífico por natureza. Esse povo merece o melhor de nossos esforços e toda a nossa dedicação. Na luta pela paz não há vencidos nem vencedores: há irmãos e irmãs que merecem o respeito de todos.
Peçamos a Jesus Cristo, o Príncipe da Paz, que derrame sobre nós a sua paz; que ele nos dê o dom da sabedoria, para escolhermos o bem; e que nos dê a capacidade de, juntos, construirmos a paz.
Salvador, 7 de fevereiro de 2012.
Dom Murilo S. R. Krieger, scj
Arcebispo de São Salvador da Bahia / Primaz do Brasil
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